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Publicado em 20 de junho de 2022
Correio Braziliense

O Banco Central elevou a taxa básica da economia (Selic) pela 11ª vez consecutiva, em meio a um cenário de pressões inflacionárias persistentes, tanto no Brasil quanto no exterior. Na última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) reajustou a Selic de 12,75% para 13,25% ao ano e, em comunicado, informou que um aumento de igual ou menor intensidade será feito na próxima reunião, em agosto. Contudo, não sinalizou quando vai conseguir parar, de fato, o ciclo de alta iniciado em março de 2021 devido, em grande parte, às incertezas e à piora no quadro fiscal.

Com a perspectiva de que a Selic continuará subindo, podendo até ficar entre 14% e 15% ao ano em algumas previsões de analistas, os financiamentos ficam mais caros e o Brasil se mantém no topo dos rankings de empréstimos mais caros do mundo. Já os investimentos em renda fixa estão mais atrativos, especialmente para quem não quer correr riscos em um ano tipicamente turbulento, devido às eleições.

A renda fixa inclui investimentos em certificados de depósito bancário (CDB), letras de crédito imobiliário (LCI), letras de crédito do agronegócio (LCA) e títulos públicos do Tesouro Direto. Vale lembrar que taxas de juros anuais acima de 10% chegam praticamente a dobrar o valor do ativo em um prazo de seis a sete anos. Em um comparativo dos principais investimentos do mercado, feito pela Economatica a pedido do Correio, o CDI — referência para as aplicações de renda fixa, que acompanha a taxa Selic — acumula alta de 4,90% desde janeiro, uma das melhores rentabilidades no ano, junto ao indicador da média de retorno dos títulos do Tesouro Nacional indexados à inflação.

Enquanto isso, as criptomoedas e a Bolsa amargam prejuízos. A Bitcoin, por exemplo, acumula perdas de 60%. Já a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) registra queda de 4,76% de janeiro até a última sexta-feira.

Analistas avaliam que a tendência é de migração para a renda fixa, que tem menos risco e retorno cada vez maior neste ano cheio de incertezas econômicas e políticas. "Cada vez que a Selic aumenta, a vantagem dos fundos de renda fixa indexados à Selic sobre a poupança é maior. E, daqui para frente, a poupança perde na maioria das situações, mas, se a Selic chegar a 15% ao ano, a poupança perderá em todas as situações", afirma o economista Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac).

Pelos cálculos de Oliveira, atualmente, com a Selic a 13,25% anuais, a caderneta só é vantajosa frente aos fundos se a taxa de administração ficar abaixo de 2,50% ao ano e se os investimentos tiverem prazo de resgate acima de um ano. É preciso não esquecer do Imposto de Renda na comparação. O tributo não incide sobre a poupança e, nas aplicações de renda fixa, a alíquota do IR varia. Ela é maior quando o prazo do resgate é menor, de 22,5% nas aplicações de até seis meses, e cai para 15% nas de mais de dois anos.

"A renda fixa é o porto seguro no momento e pode ser um bom investimento a curto e médio prazos, porque tem menos riscos. Mas, como a tendência é de queda na Selic a partir do ano que vem, é preciso que o investidor também fique atento e não deposite todos os ovos em uma única cesta. Ele pode encontrar boas oportunidades na Bolsa se não estiver preocupado com ganhos a curto prazo", orienta o economista Ricardo Rocha, professor do Insper. Ele reconhece que, como a maioria dos bancos centrais está aumentando juros, a expectativa é de que a queda nas bolsas seja prolongada, pois há uma correção na maioria dos preços dos ativos, que ficaram supervalorizados durante a pandemia e com o cenário de juros negativos nas economias desenvolvidas.

"As bolsas estão em queda aqui e lá fora, mas é possível encontrar ações baratas de empresas rentáveis, que podem trazer em ganhos para o investidor a médio e longo prazos. Mas, para isso, quem não tem a habilidade para ficar olhando diariamente o mercado de ações precisa de ajuda de especialistas para procurar essas oportunidades", orienta Rocha.

O professor do Insper recomenda ao investidor não comprometer a maior parte das aplicações na Bolsa, por conta do risco elevado, especialmente agora. Ele ainda sugere fugir das redes sociais e evitar conselhos dos chamados "influencers" digitais. "É importante buscar sempre analistas financeiros credenciados. Eles sabem do que estão falando", frisa.

Como a Selic ainda deverá continuar subindo neste ano por conta das pressões inflacionárias, a renda fixa continuará atrativa até o ano que vem, lembram especialistas. Por isso, aproveitar o momento e contratar uma taxa acima de 14% ao ano nas aplicações, diante da perspectiva de a Selic voltar para 10% no fim de 2023, será certamente um bom negócio. "Já existem fundos e CDBs pagando 16% a 17% ao ano e, independentemente do resultado das eleições, no ano que vem, a inflação vai cair e os juros também. Quem contratar as taxas atuais, vai ter um ganho significativo nos próximos anos", afirma Rocha.

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